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Decreto-Lei nº 239/2003 de 4 de Outubro

Container types sequence and transport accessories lists and sequences

Objectives

The goal of this guide is to provide a view of the new development about container types sequence & transport accessories lists and sequences.

Container Type

Container type definition

Every container type has now a sequence that has to be defined. This sequence will influence how container types are displayed (their order) on the operations in PDT select buttons of the containers.

To sort the operation, the system fetches the alternative containers defined for the processing container in question. After that, he calculates the best fit (which will always appear first) based on the quantities entered and sorts the rest based on the sequence field. In case of sorting operation the system does not calculate the best fit, it just sort the container types based on sequence.

Global → Global Application → Application → Master Data → Warehouse Management → Containers → Containers Definitions [AD012]

Transport Accessories Lists

To the Transport Accessories Lists was also added a sequence field in order to sort the transport accessories in PDT select buttons. But, in this case was also added a new Boolean field called Default value which must be unique per list/warehouse. In other words, on PDT selection of the Transport Accessories, that will be sorted by default value plus the sequence.

Global → Global Application → Application → Master Data → Warehouse Management → Containers → Containers Definitions [AD012]

Faturação automática de Acessórios de Transporte (AT)

Objetivos

No âmbito deste projeto, pretende-se agilizar o processo de faturação dos acessórios de transporte (AT) base, de forma a tornar o processo mais célere e a reduzir as tarefas do motorista no momento da carga, os erros de faturação destes artigos às lojas e os erros nos balanços de AT com fornecedores.

Neste documento são descritos quais os elementos de configuração necessários para suportar a funcionalidade pretendida, e é apresentado o novo processo de Retificação de AT’s, Base ou Adicionais, em PC e RF.

Configuração

Para suportar as novas funcionalidades, nomeadamente a possibilidade de declarar o AT Base em determinado tipo de operações, foram atualizadas as configurações existentes, assim como disponibilizadas novas opções, conforme especificado abaixo.

AD012 – Definições Contentores

Global > Global Aplicação > Aplicação > Dados Mestre > Gestão de Armazéns > Contentores > Definições Contentores [AD012]

No AD012, para um determinado Contentor/Artigo, a “Lista de Acessórios de Transporte” foi reorganizada:

Figura 1 – Lista de AT Reorganizada (AD012)

Para cada tipo de lista deverão ser definidos os artigos que se pretendem disponibilizar para cada um dos processos.

AT’s Adicionais

Para configurar AT’s Adicionais, no AD012 após selecionar os armazéns/artigos disponíveis, em Opções > Acessórios de Transporte Em Listas ATs , deverá ser configurada a lista “AT’s Adicionais Execução”. Os AT’s Adicionais são acessórios que poderão ser registados durante o processo de execução, para além do AT Base declarado. Para aceder aos AT’s Adicionais durante a execução, no menu do terminal RF o operador tem disponível a ação “AT’s Adicionais”.

AL102 – Operações de Armazéns

Global > Global Aplicação > Aplicação > Gestão de Armazéns > Parametrização > Fluxos Operativos > Operações de Armazéns [AL102]

No AL102 para uma determinada operação, nos “Atributos Gerais”, foi disponibilizado o campo novo “AT Base”. Neste campo, é possível configurar se se pretende declarar o AT Base, se a declaração é obrigatória ou não e se utiliza sugestão do AT Base. Para tal, estão disponíveis as opções:

  • (vazio): não é possível declarar o AT Base (o campo não é apresentado na operação);
  • Com Declaração Não Obrigatória: é possível declarar o AT Base;
  • Com Declaração Não Obrigatória c/ Sugestão: é possível declarar o AT Base e o sistema sugere o primeiro AT que foi declarado na operação;
  • Com Declaração Obrigatória: é obrigatório declarar o AT Base;
  • Com Declaração Obrigatória c/ Sugestão: é obrigatório declarar o AT Base e o sistema sugere o primeiro AT que foi declarado na operação.
Figura 2 – Declaração AT Base (AL102)

Nota: caso se pretenda que o AT Base e os AT’s Adicionais sejam declarados apenas na execução, o campo “AT Base” deverá ser apenas preenchido para o tipo de operação “Execução”.

Unidade de Trabalho Retificação AT

Global > Global Aplicação > Aplicação > Gestão de Armazéns > Parametrização > Acções e Unidades de Trabalho > Gestão de Unidades de Trabalho [AL118]

Foi criada uma classe da Unidade de Trabalho nova, “Rectificação ATs Contentores” (55), que tem associadas as seguintes ações físicas (e que deverão ser definidas no AL118), conforme exemplo abaixo:

  • Rectificação AT’s Contentores: Declarar Etiqueta (5080);
  • Rectificação AT’s Contentores: Declarar AT’s (5090).
Figura 3 – Ações da UdT Retificação AT

Esta nova funcionalidade pode ser acedida no terminal RF através do menu “Diversos” > “Retificar AT’s”.

Documento Interno

Foi criado o documento interno “Rectificação AT’s Contentores” (94) para suportar a funcionalidade de retificação de AT em RF. Este documento interno deverá estar associado à classe da Unidade de Trabalho “Rectificação ATs Contentores” (55), com as ações “Declarar Etiqueta” (5080) e “Rectificação AT’s Contentores: Declarar AT’s” (5090).

Ações

Global > Global Aplicação > Aplicação > Gestão de Armazéns > Parametrização > Acções e Unidades d e Trabalho > Gestão de Unidades de Trabalho (AL118)

Com a nova funcionalidade foi criado e alterado um conjunto de ações.

RF Receção

Em todas ações da declaração de quantidades em contentor na receção, foi adicionado o campo de AT Base, correspondente à configuração definida na operação de receção, ou seja, se estiver definida a declaração do AT Base na operação de Receção, o campo será apresentado nas respetivas ações (0170, 0270, 2180, 1030, 1310, 5390).

Também foi disponibilizada a funcionalidade da declaração livre de AT, para suportar a faturação dos mesmo a fornecedores:

  • Criada a 5270, como cópia da 0410, que lista todos os fornecedores e todos os respetivos AT no mesmo ecrã, e possibilita declarar as quantidades recebidas. Nota: se a operação prevê declaração de AT Base e estiver definido o resumo de AT com a ação 0410, é apenas apresentada uma lista de AT não editável;
  • Criada a 5280, como cópia da 2640, que lista todos os fornecedores e todos os respetivos AT no mesmo ecrã, e possibilita declarar as quantidades recebidas/devolvidas;
  • Criada a 5290, como cópia da 4870, que lista em ecrãs separados por fornecedor, os fornecedores e os respetivos AT, e possibilita declarar as quantidades recebidas/devolvidas.

Carga

Foi criada a ação 5250, por cópia da 3180, para se poder declarar o AT Base em detrimento da declaração do tipo de contentor (AT na ação 3180).

Resumo de AT
  • Se durante carga não tiver nenhum contentor com AT base ligado
    • 2250 – O resumo de AT pode ser editado;
    • 3210 – O resumo de AT não pode ser editado.
  • Se na carga tem pelo menos um contentor com AT base ligado
    • 2250 – O resumo de AT não pode ser editado (se tiver esta ação declarada, foi feito para a mesma passar automaticamente para 3210);
    • 3210 – O resumo de AT não pode ser editado

Execução JIT

Quando se declara uma etiqueta nova, se na operação está definido que se pretende declarar o AT Base, e se no AL118 estiver definida a ação 4640, será pedido ao operador o AT Base.

Retificação do AT Base e dos AT’s Adicionais

Retificação AT’s em PC

Global > Global Aplicação > Aplicação > Gestão de Armazéns > Gestão Contentores > Retificação AT’s Contentores [AL416]

Foi disponibilizada uma nova funcionalidade (AL416) que permite retificar os AT’s Base e AT’s Adicionais declarados, para contentores de receção e execução.

Nesta nova transação, o utilizador pode filtrar pelos seguintes parâmetros:

Figura 4 – Parâmetros pesquisa no AL416

Pressupostos da pesquisa:

  1. Para além do “Estabelecimento” ser de preenchimento obrigatório, o utilizador deverá preencher também um dos seguintes parâmetros: Reserva, Etiqueta ou Nº Contentor.
  2. Nos campos Reserva, Etiqueta e Nº Contentor, é possível pesquisar pelos elementos tanto de Recepção como de Execução.

No relatório apresentado é possível consultar as características e estado dos contentores listados, retificar os respetivos AT’s Base e os AT’s Adicionais, sendo que:

  • Se é contentor de Receção
    • para retificar o AT Base estará editável o campo “AT Base Rec.” que apresenta a lista de artigos que foram associados à Lista de AT “Receção” no AD012;
    • para retificar os AT’s Adicionais estarão listados na coluna “Artigos” os AT que foram associados à Lista de AT “Receção” no AD012.
Figura 5 – Retificação Contentor Receção
  • Se é contentor de Execução
    • para retificar o AT Base estará editável o campo “AT Base Exec.” que apresenta a lista de artigos que foram associados à Lista de AT “Execução/Preparação” no AD012;
    • para retificar os AT’s Adicionais estarão disponíveis na coluna “Artigos” os AT que foram associados tanto à Lista de AT “Execução/Preparação”, como à Lista “AT’s Adicionais Execução”. Nota: os AT não são apresentados em duplicado se se encontrarem em ambas as listas.
Figura 6 – Retificação Contentor Execução

Notas:

  1. Não é possível retificar/declarar um AT Adicional que seja do mesmo tipo do AT Base declarado;
  2. Na coluna “Artigos”, quando aplicável, é também apresentado o Vasilhame Variável como AT Adicional, com a quantidade protegida.

Retificação AT’s em RF

Também é possível retificar os AT’s Base e os AT’s Adicionais no terminal RF. Para tal, no RF, o operador deve aceder a “Diversos” > “Rectificar AT’s”.

Figura 7 – Opção “Diversos”
Figura 8 – Opção “Retificar AT’s”

Após declarar a etiqueta, é possível retificar o AT Base e os AT’s Adicionais.

Figura 9 – Declarar etiqueta
Figura 10 – Retificar AT Base e AT’s Adicionais

Nota: a lógica de apresentação da lista de AT’s Base e de AT’s Adicionais é a mesma que foi descrita no ponto “Retificação AT’s em PC”.

AT’s Adicionais na Execução RF

Para aceder aos AT’s Adicionais durante a execução, no menu do terminal RF existe a ação “AT’s Adicionais”. Após clicar na opção, podem ser declaradas as quantidades para os AT que estiverem disponíveis, configurados no AD012 na lista “AT’s Adicionais Execução”.

Figura 11 – Opção “AT’s Adicionais
Figura 12 – Declaração quantidades AT Adicionais

Devolução Lojas ATs RF

Âmbito e Objetivos

Devolução de lojas de AT’s, com uso e suporte através de rádio frequência (RF).

Esta funcionalidade possibilita receber as respectivas devoluções com armazéns de destino diferentes daqueles que estão previstos nos documentos de devolução.

Os movimentos e stocks de AT’s serão automaticamente atualizados conforme os armazéns onde são recepcionados. Em caso de uma devolução ser recebida num armazém diferente do que está previsto no documento de devolução, além dos movimentos de entrada do armazém de destino,será criada automaticamente uma movimentação de transferência entre armazéns.

Como Definir as Devoluções de Loja de AT’s

Para definir as devoluções de loja foram usadas algumas funcionalidades que já existiam e foram criadas outras, para ajudar no processo de recepção das mesmas.

Para diferenciar as Devoluções de Loja “normais” e as Devoluções de Loja de AT’s, foi criado um novo menu, especifico para a recepção dos AT’s. Deste modo, é possível fazer a diferenciação das recepções, nomeadamente ao nível das definições de tipos de artigos a receber, já que ficam apenas disponíveis as Definições de Movimentos Internos associadas ao tipo de documento interno de Devoluções de Estabelecimentos ATs.

O nova acção/menu que está agora disponível, tem como descrição Devolução ATs RF (ASYS087) e foi disponibilizado no menu MNVAPRFS06 – Menu RF Devoluções.

Criar definição(ões) de movimento(s) interno(s) associadas ao tipo de documento interno Devoluções de Estabelecimentos ATs (tipo de documento 32), já que serão apenas estas definições que irão aparecer na lista de definições de movimento interno a escolher.

Determinação de Udt

Criar, se não existir, um novo tipo de Udt, associado à classe de Udt Devoluções RF (19).

Aplicação -> Gestão de Armazéns -> Parametrização -> Acções e Unidades de Trabalho -> Tipos de Unidade de Trabalho [AL117]

Criar uma determinação de tipo de Udt, associada ao tipo de documento interno Devoluções de Estabelecimentos ATs.

Global -> Global Aplicação -> Aplicação -> Gestão de Armazéns -> Definições Operacionais -> Determinações -> Determinação Tipo de Unidade de Trabalho [AL092]

Acções na Udt

Foram criadas novas ações para complementar e agilizar o processo de recepçõa das devoluções de loja ATs, nomeadamente:

  • 3320 – Declaração Diferenças: Nesta nova ação, podem-se declarar as diferenças e o respectivo motivo pelo qual se recebe menos que o que está previsto no documento. Para se aceder a este novo ecrã, existe uma nova ação no menu da ação de Declarar etiqueta contentor.
  • 3330 – Lista de Diferenças ATs: Esta nova ação é despoletada no final do processo de recepção de devoluções, quando existem diferenças, entre o que estava previsto receber e o que é efetivamente recebido. No caso de terem sido declaradas diferenças, com os respectivos motivos, neste ecrã é possível retificar os valores das diferenças declaradas. De notar que as diferenças declaradas mais as quantidades recebidas, não poderão ultrapassar as quantidades previstas no documento de devolução.

Aplicação -> Gestão de Armazéns -> Parametrização -> Acções e Unidades de Trabalho -> Gestão de Unidades de Trabalho [AL118]

Notas importantes:

Foram modificados alguns processos na declaração de ações existentes, de modo a por um lado facilitar e tornar o processo mais simples e por outro, abandonar a omissão de algumas ações, assim:

A ação 0980 – Lista de Artigos para Fim Devolução RF passa a ser obrigatória a sua definição em todos os tipos de Udt de devolução, seja de artigos “normais”, seja de At’s, pelo que as os tipos de Udt existentes, deverão ser alterados para que seja possível fazer um resumo final no fim do processo de devolução de lojas RF.

A acção 2970 – Declarar etiqueta equipamento foi alterada para permitir o número de linhas que se podem mostrar para que se possam declarar os equipamentos previstos. Como existem ou podem existir limitações a nível das pistolas, optou-se por se poder declarar um número máximo de linhas sucessivas, até perfazer o total de equipamentos previstos a receber, por exemplo, imaginando que tem que se receber 12 equipamentos, se estiverem definidas para aparecer 5 linhas de cada vez, aparecerá um ecrã com a possibilidade de serem declarados apenas 5 equipamentos. Ao confirmar, é apresentado o mesmo ecrã para que se possam declarar mais 5 equipamentos, ao confirmar, é novamente apresentado o mesmo ecrã, mas desta vez apenas com 2 linhas para se poderem declarar os equipamentos em falta.

Se o número de linhas não for definido, aparecerá apenas uma linha para se declarar o equipamento, e o ciclo será refeito até perfazer a quantidade total.

Transferência de stocks

Foi criado um novo tipo de documento interno para lidar com as transferências de stock (se previstas), Transferências entre Armazéns (76), com os tipos de linha 0001 – Entrada Stock e 0002 – Saída Stock, com contribuições positiva e negativa, respectivamente.

Para a transferência de stock terá de ser também criada uma definição de movimento interno para que se possam definir os movimentos a ocorrer quando o processo é finalizado.

Aplicação -> Gestão de Stocks -> Parametrização -> Definições dos Movimentos Diversos [AL008]

Nota:

Neste momento, quando é criado o documento de transferência de stock, a definição de movimento interno é determinado através do tipo de documento “76”. Como deverá existir apenas uma definição, não é pedido ao operador a definição a usar, mas futuramente se forem definidas várias definições de movimento interno ligadas a este tipo de documento interno, terá que ser criado um novo ecrã para pedir ao operador que definição deve ser usada.

Determinações para Transferência de stocks

Determinar os Movimentos a usar para as transferências de stock.

Global -> global Aplicação -> Aplicação -> Gestão de Stocks -> Determinações -> Determinação de Movimentos (Doc.Internos) [AL018]

Determinar a Categoria de Registo a usar para as transferências de stock.

Global -> global Aplicação -> Aplicação -> Gestão de Stocks -> Determinações -> Determ. Categoria Registo (Doc.Internos) [AL020]

Determinar a Numeração de Documentos Internos.

Global -> global Aplicação -> Aplicação -> Gestão de Stocks -> Determinações -> Numeração Documentos Internos [AL024]

Log de Comunicações dos Documentos de Transporte

Objetivo

O presente documento apresenta e descreve o conjunto de reports disponibilizado na transacção AL363 – Log de Comunicações dos Documentos de Transporte.

Comunicação de Documentos de Transporte

O histórico referente ao processo de comunicação de cada documento de transporte à autoridade tributária passa a ficar disponibilizado na transação AL363 – Log Comunicações Documentos de Transporte.

Do reporting da transacção, constam dois reports:

  1. Log de Comunicações dos Documentos de Transporte – apresenta para cada documento listado, os dados referentes ao processo de comunicação mais recente.
  2. Histórico das Comunicações do Documento – por documento, apresenta todo o histórico de comunicações efetuadas

As opções de consulta dos documento teve em consideração as perguntas mais comummente efetuadas sobre o processo de comunicação e permite consultas transversais a todo o processo de comunicação do documento.

Report Log de Comunicações dos Documentos de Transporte

É o report principal da transação e apresenta unicamente os dados referentes ao último processo de comunicação. Permite o acesso ao histórico de comunicação do documento (a partir do respectivo número de documento) e o reenvio da mensagem associada o documento.

Expõe-se um breve explicação sobre cada algumas das colunas deste report:

  1. “Documento”: número do documento comunicado e permite acesso ao histórico de comunicações do documento;
  2. “Data Comunicação”: data/hora do sistema aquando do processo de comunicação e usada para efeitos de validação temporal do processo de comunicação;
  3. “Data Partida”: data/hora do inicio de transporte;
  4. “N.Mensagem”: número da mensagem sob a qual foi efectuado o processo de comunicação do documento e permite respectivo reenvio;
  5. “ID. Digital Doc.”: código de identificação atribuído pela AT ao documento;
  6. “Cód.Erro”: código do resultado do processo de comunicação.
  7. “Msg.Erro”: mensagem descritiva do resultado do processo de comunicação.

Report Histórico de Comunicações dos Documentos de Transporte

É o report que detalha o histórico de comunicação de um documento apresentando os dados referentes a cada um dos processos de comunicação.

As colunas deste report são as mesmas do report principal e na sua consulta deve-se ter sempre em consideração que a coluna “ID. Digital Doc” só é preenchida quando o valor da coluna do “Cód.Erro” é zero, o que significa que a operação de comunicação foi bem sucedida. Por oposição, sempre que o valor da coluna “Cód.Erro” seja diferente de zero significa que a operação não foi sucedida. Nestes casos, os códigos de resposta são erros(ou alertas) que podem estar relacionados com o processo de autenticação ou relacionados com o documento em sim ou podem revelar problemas de comunicação com a AT. Os códigos de erro relacionados com a problemas de comunicação são os códigos da família 999X. Os demais códigos são de responsabilidade da AT e encontra-se devidamente explicados na manual “Comunicação dos Documentos de Transporte à AT”

Carga com Emissão de Guia de Transporte

Objectivos e Âmbito

Este processo de carga é efectuado com o apoio de terminais de rádio frequência, de modo que cada palete carregada seja identificada e controlada pelo WPMS.

É possível efectuar o processo de carga em dois cenários possíveis. Ou sobre contentores ainda não confirmados (o que normalmente se designa por não facturados) ou sobre contentores já confirmados e ainda não expedidos. Neste último caso, os contentores permanecem nas suas reservas de expedição originais, não havendo lugar à sua transferência para uma reserva única, que represente a viatura carregada.

No cenário de carga sobre contentores não confirmados, no final da carga (com a indicação do selo da viatura) o sistema prepara e imprime as guias de remessa ou transferência de stock (entre entidades da mesma companhia) e a(s) respectiva(s) Guia de Transporte em nome da empresa transportadora da mercadoria, identificada pela empresa proprietária/gestora da matrícula.

No caso de efectuarem a carga sobre contentores já confirmados, só será impresso a Guia de Transporte.

Numa outra perspectiva, esta funcionalidade prevê quatro tipo de situações:

  • a. Carga Directa, quando os contentores são carregados num veículo que fará a sua entrega no cliente final, parando ou não em outro armazém para recolher mais contentores. No processo de carga é possível efectuar o carregamento de contentores de expedição produzidos no armazém de carga ou volumes produzidos em outros armazéns e transportados até esse armazém para transbordo e integração noutras cargas.
  • b. Carga para Transbordo, onde um carro é carregado com mercadoria que será entregue, não no destinatário final da mercadoria, mas antes num outro armazém onde será descarregada e integrada em futuras cargas com destino aos respectivos locais de entrega. Aqui podemos ter ainda duas variantes; se o armazém de transbordo for gerido pelo WPMS, então o processo continua com a Descarga e a sucessiva carga noutra viatura que finalmente fará a entrega aos locais de entrega. Se o armazém não for gerido no WPMS (caso prático da mercadoria que segue por via aérea ou marítima) o processo termina com a impressão de Guias de Transporte onde o local de descarga difere dos destinatários finais da mercadoria
  • c. Descarga de Transbordo, onde se efectua a descarga de mercadoria no armazém de consolidação, proveniente de um outro armazém onde a mercadoria foi efectivamente executada. Esta mercadoria será integrada no processo de carga normal que o armazém de consolidação fará quando for carregar os contentores de expedição, que preparou com os produtos geridos no seu armazém. Durante o processo de carga, o WPMS não fará qualquer distinção entre os contentores próprios do armazém e aqueles que se encontram em transito.
  • d. Consolidação de Mercadoria, quando um carro carregado sai do recinto do primeiro armazém de carga, mas não inicia a distribuição sem parar antes num outro armazém para carregar mais mercadoria para os mesmos ou outros locais de entrega.

Com o desenvolvimento deste novo módulo, introduzimos alguns novos conceitos no WPMS que convém clarificar o significado que ganharam nesta aplicação.

Broker Logístico – Entidade à qual se solicitou a distribuição do produto, sendo que não será necessariamente esta entidade que fará todo o transporte, desde o local de carga inicial até ao local de entrega final. Em muitos casos esta entidade nem faz directamente transporte de mercadoria, usando a sua rede de contactos para apresentar ao seu cliente a solução mais conveniente para entregar a mercadoria no cliente final, combinando frequentemente vários meios de transporte e diversas empresas transportadoras.

Contrato de Transporte – O conceito de contracto de transporte é necessário para suportar a definição das partes envolvidas numa entrega, nomeadamente a empresa que contrata o serviço de distribuição/entrega (no vosso caso é a empresa proprietária do primeiro local de carga) e um “broker” logístico (no vosso caso o terceiro que existe na reserva de expedição). Este broker depois encarregar-se-á de sub-contractar os transportadores que achar necessário para transportar os volumes do local de carga inicial até aos seus destinatários finais. Resumindo, um contracto terá apenas um broker logístico, mas poderá integrar guias de transporte de diversas empresas transportadores que efectuaram uma parte do percurso. Esta é a forma de suportarmos o transbordo, onde uma empresa de transportes pode fazer o transporte do armazém A para o B e depois uma segunda empresa de transportes poderá fazer o transporte do ponto B para os destinos finais. Também é através deste conceito que suportamos a definição de locais de entrega intermédios, diferentes dos destinos finais da mercadoria, como é o caso dos portos marítimos.

Volumes – Representam todos os contentores de expedição que foram alvo de um processo de carga. Os volumes assumem como ID a etiqueta do respectivo contentor de expedição e como descrição um nível de um sistema de classificação de artigos escolhido por instalação do WPMS. Os volumes existem supra-armazém e não se conhece directamente o seu conteúdo. Os volumes podem ser descarregados em outros armazéns e voltados a ser carregados/integrados com outros volumes originários de outros armazéns em processos de transbordo.

Volta – Percurso que um veículo identificado por uma matrícula faz, num determinado dia, entre um primeiro local de carga e voltar a ficar vazio. A identificação do fim de uma volta pode ser feita por um processo de Descarga no WPMS ou pela activação do indicador “Início de Distribuição” durante o registo de saída do veículo na portaria. Enquanto não existir a integração de informação sobre POD (Proof of Delivery) no WPMS, iremos usar este indicador para que o sistema reconheça que o veículo está de novo disponível para iniciar um novo processo de carga, logo uma nova volta.

Operações de Veículos – Existem 3 operações que podem ser executadas num veículo, a Carga, a Descarga e a Consolidação. A consolidação consiste em acrescentar mais contentores de expedição ou volumes a um carro numa determinada volta.

Estado de Locais dos Volumes – Os volumes vão sendo transportados de um local para outro, mas ao serem carregado num veículo, o módulo de transporte do WPMS cria logo todos os locais previstos do percurso do volume. Cada local passa então a ter um estado, de entre os possíveis que são Loc.Actual (Local Actual), Loc.Futuro (Local Futuro) e Loc.Passado (Local Passado).

Empresas Transportadoras

Elementos Básicos Unidades → Organizacionais → Empresas [AG001]

Criar um código para cada empresa transportadora com que trabalharem, tendo o cuidado de colocar os dados específicos e necessários para a impressão das guias de transporte como indica a figura abaixo, nomeadamente a informação sobre o registo comercial e a informação sobre o alvará.

Esta informação será posteriormente utilizada na definição dos veículos disponíveis para cada transportador.

Código de Terceiro Transportador

Dados Mestre → Terceiros [AD001]

Tal como actualmente, manter os registos de terceiro transportador que são atribuído aos dias de expedição de cada rota e que ganham agora o significado de Broker Logístico ou seja a entidade à qual se solicitou a distribuição do produto, sendo que não será necessariamente esta entidade que fará todo o transporte, até que o produto chegue ao destinatário final.

A manutenção necessária é a que já existe hoje nos transportadores definidos e utilizados na definição de rotas.

Evidente que para viabilizar esta funcionalidade de carga algum terceiro transportador terá que ser determinado no momento da criação das viagens e posteriormente das reservas de expedição, sob pena de não se conseguir imprimir as Guias de Transporte.

Em última análise poderão criar apenas um código de terceiro transportador.

No ecrã abaixo pode-se ver a atribuição do código de terceiro transportador a cada dia de expedição de uma determinada rota.

Locais de Entrega Intermédios

Elementos Básicos Unidades → Organizacionais → Estabelecimentos [AG002]

Codificar como estabelecimentos de um tipo cuja classe de stabelecimentos seja “Estabelecimento Virtual”, todos os pontos de entrega utilizados que não sejam nem os destinatários finais da mercadoria, nem os armazéns de transbordo, como são os casos dos Portos Marítimos, Aeroportos de transporte aéreo e Transitários.

Estes códigos serão utilizados durante o processo de carga para identificar locais de descarga diferentes do destinatário final da mercadoria, na funcionalidade de Carga para Transbordo.

Manutenção de Dia e Bloco Horário de Entrega aos Locais de Entrega

Definições Operacionais → Planeamento de Rotas → Rotas de Entregas Semanais [AL081]

No ecrã onde se define as lojas que participam numa rota num determinado dia de expedição, passou agora a ser possível definir também qual o respectivo dia de entrega ao local de entrega e o bloco horário acordado para efectuar a entrega. Tudo é definido em função do dia da semana.

No exemplo que apresentamos abaixo, o estabelecimento final 306, quando apanha a rota 600, se o dia de expedição for 2ª feira (este dia é obtido pela data do sistema no momento da carga), a entrega será efectuada (em termos de previsão) na própria 2ª feira entre as 08:00 e as 08:59.

Esta lógica é utilizada no processo de carga para apresentar a data e bloco horário previsto de entrega, que é impresso na Guia de Transporte no espaço reservado para os locais de descarga, quando se trata de uma carga para entrega directa aos estabelecimentos finais.

Definição dos Veículos Disponíveis por Transportador

Definições Operacionais → Planeamento de Rotas → Veículos Transporte [AL270]

Neste item de menu devem codificar todos os veículos que estiverem ao serviço de cada empresa de transporte com quem trabalham. O código de cada veículo é livre. No exemplo abaixo indicado usou-se uma letra para identificar o transportador e depois um número sequencial. No processo de carga o que é solicitado ao operador é a matrícula.

Na definição da matricula recomendamos que sigam sempre a mesma regra, como por exemplo não colocar os “-” e escrever sempre com maiúsculas. Caso tenham os veículos identificados com códigos de barras que contêm a matrícula é fundamental que definam nos veículos a matrícula do mesmo modo como está nos códigos de barras, para possibilitar a identificação da matrícula através da leitura do respectivo código de barras durante o processo de carga.

A restante informação necessária é o Tipo de Veículo cujo conceito existe no WPMS desde sempre (onde se define as dimensões e a carga máxima) encontrando-se na área de parametrização e o Peso Bruto do veículo, que é uma característica técnica de cada camião.

No caso dos veículos com galera suponho que a informação mais relevante será a identificação da matrícula da galera onde a mercadoria está acondicionada.

NOTA IMPORTANTE:

Antes de activar a criação das Guias de Transporte, as equipas responsáveis pela configuração do WPMS e pela definição dos processos logísticos devem garantir que a numeração das etiquetas dos contentores de recepção (por causa dos contentores completos) e dos contentores de expedição é única em toda a instalação. Isto significa que a identificação de uma etiqueta não se pode repetir nem entre armazéns, nem ao longo do tempo (reutilização de números de etiquetas), enquanto os volumes não forem reorganizados. Isto porque a identificação dos volumes (conceito supra-armazém) vai ser o número da respectiva etiqueta do contentor de expedição.

A consequência do desrespeito desta norma é a impossibilidade do trabalho de criação de volumes, criado depois do condutor confirmar o fim de um processo de carga, terminar com sucesso, entrando em erro por tentativa de chave duplicada na tabela de volumes. Enquanto o trabalho estiver em erro não serão produzidas as facturas/guias de remessa ou guias de transporte nem a(s) respectiva(s) guias de transporte.

Descrição dos Processos

No menu de Carga foram acrescentadas as novas funcionalidades já referidas, tendo o anterior processo de carga sido substituído pelo novo. A funcionalidade de Expedir Contentores ficará ainda disponível durante o período de transição, sendo depois descontinuada.

Carregar Carro

É o processo de carregar um veículo para efectuar a distribuição/entrega da mercadoria carregada aos seus destinos finais.

Após o operador seleccionar a opção de CARREGAR CARRO é apresentado o ecrã abaixo indicado, onde são solicitados os dados referentes ao cais onde a mercadoria se encontra e a identificação da matricula do veículo para o qual se inicia o processo de carga.

Após a confirmação dos dados deste ecrã, o WPMS mostra o ecrã seguinte, onde é pedido ao operador para indicar o código da loja a carregar.

Após a introdução do código da loja, o WPMS irá validar que todas as etiquetas lidas estejam

ligadas a contentores de expedição dessa loja. Caso seja necessário o operador pode ir trocando de loja, regressando a este ecrã quantas vezes as necessárias, embora não seja a forma mais eficiente de declarar a carga.

É neste ecrã que o operador terá que regressar para declarar o fim do processo de carga de uma viatura.

No ecrã seguinte é pedido para que sejam declaradas as etiquetas dos contentores de expedição da loja indicada anteriormente e que estão a ser carregados na viatura também já identificada. Neste ecrã pode ser solicitada apenas uma etiqueta ou várias de acordo com a configuração da respectiva unidade de trabalho.

Após a declaração de todos os contentores carregados para uma loja, o operador deverá seleccionar a opção de DECLARAR LOJA, para iniciar o processo de carga para outra loja ou para terminar o processo de carga de uma viatura. Ao abandonar a declaração de contentores para uma loja o sistema pede para que sejam verificadas/declaradas as quantidades de ATs, presentes nos contentores declarados.

O ecrã de declaração de ATs, apresenta todos os acessórios de transporte previstos para o tipo(s) de contentor(es) associado às etiquetas declaradas. Caso o operador declare contentores para a mesma várias vezes no mesmo processo de carga, o ecrã de ATs será mostrado também várias vezes. De cada vez que é mostrado apresenta apenas os ATs declarados nas etiquetas lidas de cada vez. Assim se o operador declarar duas vezes quantidades para um determinado AT para a mesma loja, o resultado final será a soma das quantidades declaradas.

Após a confirmação dos ATs declarados o sistema volta a apresentar o ecrã, onde se pode declarar o código da próxima loja a ser carregada. No caso de se pretender terminar o processo de carga da viatura, o operador deve escolher a opção FIM CARGA.

No último ecrã, é pedido o código do selo usado para selar as portas da viatura. Este deverá o selo que a portaria controla no momento de registar a saída da viatura, na portaria. Após a confirmação do selo da viatura, o WPMS inicia o processo de expedição que poderá ter dois cenários:

  1. Foram declarados contentores já confirmados (“facturados”):
  • Impressão da(s) Guias de Transporte (uma por cada entidade proprietária das lojas)
  • Preparação do Registo de Saída da Viatura
  1. Foram declarados contentores não confirmados:
  • Se pertencentes a diferentes reservas é criada nova reserva de expedição
  • Impressão das Guias de Remessa/Transferência
  • Criação dos movimentos de saída de mercadoria
  • Impressão da(s) Guias de Transporte (uma por cada entidade proprietária das lojas)
  • Preparação do Registo de Saída da Viatura

Em qualquer dos cenários as reservas de expedição não ficam expedidas. A expedição das reservas é feita pela portaria, quando confirmar a saída da viatura numa nova opção de menu.

No caso específico de serem carregados contentores de expedição já confirmados, não podemos alterar a composição original das reservas de expedição já confirmadas. Em consequência, uma reserva de expedição só ficará expedida (e logo visível nas reservas expedidas) quando todos os seus contentores confirmados foram carregados em alguma viatura e essa viatura fizer o registo de saída na portaria.

Abaixo encontra-se um exemplar da Guia de Transporte.

Este é um exemplo de um caso de Transbordo, pois o Local de Descarga é diferente do Destinatário Final.

O exemplo seguinte refere-se a uma entrega directa onde o local de descarga e o destino final da mercadoria coincidem.

Sobre os dados apresentados no documento é importante clarificar a origem de cada um:

  • Expedidor: Terceiro proprietário do armazém indicado no Lugar de Carga
  • Transportador: Empresa proprietária do veículo identificado pela matrícula.
  • Destinatário: Terceiro proprietário dos destinatários finais da mercadoria.
  • Local de Carga: Armazém onde se realizou a operação de carga.
  • Peso Bruto e Carga Máximo: Atributos do código de veículo associado à matrícula.
  • Local de Descarga: Destinatários finais da mercadoria ou armazém de transbordo ou pontos de entrega intermédios. No caso da descarga ser feita em lojas também será mostrada a data prevista de chegada assim como o bloco horário acordado com cada loja.
  • Tipo de Embalagem/Acondicionamento: Nome do contentor de execução.
  • Designação: Descrição do grupo de estrutura mercadológica, da classificação e nível definidos numa variável global de sistema, do primeiro artigo de cada contentor de expedição.
  • Selo de Saída do Armazém: Selo declarado no fim do processo de carga.
  • Destino: Designação dos estabelecimentos finais da mercadoria.
  • Documento: Número do documento de acompanhamento da mercadoria (factura, guia de remessa ou guia de transferência)

A mensagem de carácter legal, sobre o preço de referência do combustível, é uma mensagem de sistema que terá que ser actualizada, sempre que as entidades competentes produzam algum decreto de lei, que regulamente a informação presente nas guias de transporte.

No fim de cada página existe um rodapé com o espaço destinado à recolha das respectivas assinaturas.

Registo de Saída da Viatura na Portaria

Gestão de Armazéns → Portaria → Registo Saída Carros (Expedição) [AL281]

Este ecrã a portaria deverá ler o código de barras (ou em alternativa digitar o número da guia) de uma das guias de transporte que fazem parte do processo da viatura.

No ecrã seguinte, o WPMS identifica a matricula, a hora do registo de entrada da viatura no complexo (caso esse registo não exista no momento da carga, criamos um com a data e hora da carga), o armazém onde a mercadoria foi carregada, o selo declarado no final da carga e a próxima paragem prevista. Este ultimo valor será igual a um dos destinos finais no caso de carga directa (como é o caso do exemplo abaixo) ou um ponto intermédio como é o caso de carga para transbordo ou a entrega no ponto intermédio diferente do destino final (exemplo dos contentores de transporte marítimo).

Ainda relativamente à informação apresentada, é mostrado todas as guias de transporte que constam na viatura em causa (para além da guia declarada pelo operador), os respectivos destinos finais e documentos de acompanhamento da mercadoria, guias de remessa ou de transferência.

O campo observações serve para que na portaria possam ser anotadas algumas anomalias que devam ser dignas de registo.

Fundamental neste ecrã é o indicador “Início Distribuição”, que deve ser activado sempre que a viatura em causa inicie o processo de entrega da mercadoria para os seus destinos finais (lojas, armazéns ou pontos de entrega intermédios). A única situação onde este indicador deve ficar em branco é quando a viatura que sai do complexo logístico vai ainda parar em outro armazém para consolidar mais mercadoria para os mesmos destinos ou para outros.

Aqui será importante que o operador da portaria receba de algum modo a informação que, embora este ecrã indique que a próxima paragem seja um destinatário final da mercadoria.

(uma loja por exemplo), na verdade a próxima paragem será um outro armazém onde a viatura carregará mais mercadoria, ou seja fará consolidação de carga.

Futuramente a activação deste indicador provocará o envio de informação para o software gestor de frota, dando a indicação que deve iniciar a contagem do tempo de distribuição.

Com este registo é feita a expedição das respectivas reservas de expedição, ficando as reservas disponíveis no ecrã das reservas expedidas.

Carregar Carro para Transbordo

Com esta opção de menu, regista-se a carga de mercadoria para ser entregue a outro armazém para posterior consolidação com outros contentores de expedição produzidos nesse armazém ou para registar a entrega de mercadoria no ponto de entrega intermédio, como é o caso da mercadoria de posteriormente segue por transporte marítimo, até ao seu destino final.

No primeiro ecrã é solicitado ao operador que identifique o código do local de destino do transbordo. Esta informação é fundamental, pois tem que ser colocado na guia de transporte como local de descarga.

Após este ecrã é solicitado a declaração do cais e da matrícula do veículo e inicia-se o processo de carga com a sucessão de ecrãs anteriormente referido no ponto Carregar Carro.

Descarregar Carro

Com esta opção deve ser utilizada para controlar a descarga dos carros que chegam a um armazém com mercadoria proveniente de outro para ser carregada em conjunto com os contentores de expedição aí produzidos.

No primeiro ecrã o operador deverá indicar a quantidade de guias de transportes que acompanham os contentores que devem ser descarregados. Esta informação é fundamental para que o sistema saiba quantos campos de introdução de dados deve ter o próximo ecrã.

No ecrã seguinte o operador deverá declarar o cais onde está a descarregar os contentores e a(s) guia(s) de transporte respectivas, lendo o código de barras impresso em cada documento.

A informação das guias de transporte é fundamental para que o sistema saiba quais os volumes que deve mostrar no processo de controlo dos controlo dos contentores a descarregar.

No próximo ecrã, é mostrada a indicação da totalidade de volumes que devem ser descarregados, tendo em consideração a informação presente em todas as guias declaradas na etapa anterior. Esta informação permite-lhe fazer uma avaliação global se a totalidade da carga está efectivamente presente.

Neste ponto do processo, o operador pode optar por pedir a lista de volumes que devem ser carregados para um controlo visual, seleccionando a opção de LISTAR ETIQUETAS.

De seguida será mostrado um ecrã idêntico ao que se encontra abaixo, onde é apresentada a lista de etiquetas que devem estar afixadas nos contentores que deverão ser descarregados.

No caso de pretender fazer um controlo mais exigente, o operador pode alternativamente seleccionar a opção de DECLARAR ETIQUETAS, sendo-lhe apresentado um ecrã com uma ou várias linhas (de acordo com a parametrização da unidades de trabalho), para que sejam lidas as etiquetas que vai descarregar.

Recordamos que a informação sobre as etiquetas que estão ligadas a uma determinada guia de transporte pode ser obtida por duas vias alternativas. Uma delas é através das guias de remessa que devem acompanhar a mercadoria e onde estão referenciadas as etiquetas que identificam cada contentor da guia. Outra alternativa é acompanhar a mercadoria com o Mapa de Controlo de Carga, onde estão mencionados por cada guia de remessa/transferência os contentores e as respectivas etiquetas, como mostra a imagem seguinte.

A declaração das etiquetas é idêntica à do processo de carga.

Após ter declarado todas as etiquetas, o operador deverá seleccionar a opção de menu FIM DECLARAÇÂO. Isto faz voltar ao ecrã onde consta a informação sobre o total de volumes declarados e aqui deve fazer CONFIRMAR para terminar o processo de Descarga.

Consolidar Carga

Este item de menu deve ser utilizado quando um determinado veículo já carregado com mercadoria para entrega aos destinos finais, recebe mais mercadoria para entrega nos mesmos ou em diferentes destinos. O mais normal será após carregar num determinado armazém, o veículo se desloque a outro para carregar mais mercadoria antes de iniciar o processo de distribuição/entrega da mercadoria aos destinos finais.

Para que a consolidação seja possível é necessário que no registo de saída da primeira portaria, não tenham activado o indicador de “Início de Distribuição”.

Esta poderá ser também a via a utilizar, quando após um veículo estar fechado e o selo declarado, for necessário acrescentar mais contentores de expedição, sendo naturalmente emitidas novas guias de transporte para os contentores acrescentados no processo de consolidação.

Ao seleccionar a opção de CONSOLIDAR CARGA, o WPMS apresenta um primeiro ecrã onde é solicitada a declaração de uma das guias de transporte relativas à carga actual da viatura, de modo a identificar a “Volta” (percurso de uma viatura num determinado dia, entre o primeiro ponto de carga e o ultimo ponto de descarga) que representa o percurso que o veículo está a efectuar nesse momento.

Isto é fundamental para que a carga que se segue seja acrescentada à mercadoria que o veículo carregou anteriormente.

No exemplo apresentado acima a guia de transporte 3000000004 foi uma das guias carregadas anteriormente nesta viatura e que deve estar no processo que acompanha o veículo. Esta declaração deve ser feita lendo o código de barras impresso na guia de transporte.

O ecrã que é apresentado de seguida solicita a identificação da loja destinatária dos contentores de expedição que serão identificados. Trata-se da mesma sequência de ecrãs já mencionada anteriormente no processo de carga.

Modificar e Reimprimir Guia de Transporte

Gestão de Armazéns Saída → Mercadoria → Expedição → Modificar Guia Transporte [AL279]

Esta funcionalidade deverá ser utilizada para obter uma reimpressão de uma guia de transporte que se extraviou, ou para fazer alguma alteração de ultima hora. Actualmente só é permitido alterar o selo da viatura (na eventualidade de ser necessário abrir o carro já depois deste selado) e as observações que são impressas na área de “RESERVAS E OBSERVAÇÕES DO TRANSPORTADOR”. Aquando da emissão da guia de transporte é criada uma observação automaticamente com o número da reserva de expedição que será o elo de ligação entre o transportador e o armazém expedidor.

Por uma questão de segurança, é pedido ao utilizador que identifique o número da guia de transporte e do armazém expedidor.

Só será possível fazer alterações a guias de transporte pertencentes a viaturas que ainda não tenham o registo de saída do complexo logístico efectuado.

Sempre que houver lugar a uma reimpressão de uma guia de transporte (com ou sem alterações), a nova impressão terá a indicação de “2ª Via”, de modo a se diferenciar do primeiro bloco de Original, Duplicado e Triplicado produzido originalmente.

Carga no PC

Encontra-se também disponível a emissão de guias de transporte com a expedição de reservas a partir do PC, embora com algumas limitações, nomeadamente a de estar restrita a uma reserva de expedição. Também não é suportado a expedição para transbordo, nem a consolidação de mercadoria.

Para fazer expedição a partir do PC com emissão automática de guias de transporte é necessário fazer os seguintes passos:

  1. Na AL136 – Registo de Chegada de Cais, fazer o registo do veículo com a matrícula correcta (o campo matricula passou a ser validado na nova tabela de matriculas);
  2. Na AL063 – Reservas de Expedição, atribuir a matricula correcta à reserva pretendida (aqui o campo matricula continua a NÃO SER validado). Ainda na AL063 criar o documento de carga, como é feito actualmente;
  3. Fazer a confirmação dos contentores de expedição em movimento na AL042 – Confirmação em Movimento para Confirmar;
  4. Na AL147 – Plano de Reserva de Expedição, declarar o selo e o condutor (todos os users com o menu de carga atribuídos), o que leva à criação das guias de transporte e futuramente à emissão da mensagem para o TMS.

Consultas sobre Volumes e Voltas

Localizar Volumes

Gestão de Armazéns Saída → Mercadoria → Expedição → Local Actual de Volumes [AL273]

Através desta consulta obtêm-se a localização actual de um ou diversos volumes. Os critérios de pesquisa possíveis são:

  • Guia de Transporte
  • Referência Externa (número da factura/guia de remessa/guia de transferência)
  • Volume (etiqueta de expedição)
  • Número Contentor

Convém ter em consideração que, no caso de volumes que são alvo de transbordo para outro armazém, a primeira guia de transporte só permanece válida para esta pesquisa enquanto os volumes não são descarregado no armazém de transbordo.

A partir do momento que os volume se encontrar no armazém de transbordo a pesquisa por guia de transporte inicial não devolve nenhum registo porque os volumes nesse momento estarão a aguardar a sua integração numa nova guia de transporte e portanto já não estão ligados à guia de transporte anterior.

A pesquisa por número de factura/guia de remessa ou de transferência devolve sempre registos, porque estes documentos permanecem sempre ligados aos volumes independentemente do trajecto que for feito.

A partir desta consulta é possível ter acesso ao percurso que cada volume fez ou vai ainda fazer, aos dados contracto de transporte, a dados sobre a volta ou voltas ligadas a cada volume.

Também é possível consultar os movimentos que cada volume fez no armazém onde foi produzido.

Esta consulta também se encontra disponível a partir das seguintes consulta:

  • AL249 – Consulta dos Contentores Expedidos
  • AL163 – Consulta das Reservas Expedidas
  • AL204 – Que movimentos teve o Contentor?

Voltas por Veículo

Gestão de Armazéns Saída → Mercadoria → Expedição → Voltas por Veículo [AL280]

Esta consulta apresenta as diversas voltas que um determinado veículo efectuou durante um período de tempo, com alguma informação adicional.

Os parâmetros de selecção possíveis são:

  • Datas (definição de intervalo temporal)
  • Volta
  • Matricula

Uma matrícula (veículo) pode apresentar várias voltas para um determinada data. Em cada volta vai ser mostrado uma ou várias linhas, sendo que em cada linha está assinalada a operação efectuada (Carga, Descarga ou Consolidação).

Também é indicada em qual das operações o veículo ficou vazio ou seja onde terminou a volta. Em cada linha também está a indicação do Estado. Este é o estado da localização dos volumes nos locais por onde os volumes estiveram ou estão.

A partir desta consulta é possível aceder à consulta da localização actual dos volumes associados a uma determinada guia de transporte. Mais uma vez convém referir que as guias de transporte usadas para transbordo deixam de mostrar os volumes a partir que este são descarregados no armazém de transbordo.

Contentores em Transbordo num Armazém

Gestão de Armazéns → Saída Mercadoria → Reservas de Expedição [AL063]

Quando um determinado armazém pretender consultar quais os volumes que estão em transbordo nas suas instalações pode, logo a partir do ecrã de selecção das reservas, seleccionar a opção de menu que lhe mostra os volumes nas condições acima indicadas.

Os volumes apresentados poderão estar ainda em viagem com destino a esse armazém (estado Loc.Futuro) ou já descarregados nesse armazém mas ainda não integrados em nenhuma carga efectuada nesse armazém (estado Loc.Actual).

No caso acima apresentado, no armazém 5403 já foi descarregado o volume 1454200001 (que é a etiqueta do contentor de expedição), que foi produzido e carregado originalmente no armazém 5409, tendo aí sido emitida a guia de remessa 3000000696, que deve acompanhar a mercadoria até ao seu destino final, que é o ponto de entrega 309.

A guia de transporte 3000000014, é o documento do transportador que fez o percurso entre o armazém 5409 e o 5403.

Parametrização

Activação da Emissão de Guias de Transporte

Instalação → Base → Instalações [IG001]

A activação da emissão de guias de transporte no processo de carga é feita a nível de instalação, colocando o indicador “1” no Parâmetro de Sistema manVol, como mostra a imagem abaixo.

Definição do Sistema de Classificação de Artigos a Usar

Instalação → Base → Instalações [IG001]

É ao nível da instalação que também se define qual o sistema de classificação de artigos e o nível desse sistema de classificação que deve ser usado para encontrar a designação genérica da mercadoria presente nos contentores de expedição, que será impressa na guia de transporte.

A definição é feira nos parâmetros de sistema artClassifLevel para o nível do sistema de classificação e articleClassif para indicação do sistema de classificação. No exemplo acima apresentado usou-se o sistema de classificação que representa a estrutura mercadológica dos artigo e o nível área.

Determinação da Fila de Trabalho para a Criação de Volumes

Instalação → Base → Determinação Fila Trabalhos [IG018]

No caso de existir uma determinação de filas de trabalho especifica para o método FAPLOG102 dispatchContainers – Expedir Contentores a Pedido, é necessário fazer uma determinação para a mesma fila do método FAPLOG103-createVolumes – Criação de Volumes.

Determinação da Impressora para a Guia de Transporte

Instalação → Impressões → Determinação Impressora [IP003]

Fazer a determinação que pretenderem para o PAPLOG6570 – Guia de Transporte. Ainda relativamente à determinação da impressora para determinadas impressões, será conveniente que a impressora determinada para a Guia Transporte seja a mesma do que para a Factura/Guia de Remessa/Guia de Transferência, uma vez que com este processo de carga os dois documentos são produzidos no mesmo momento.

Determinação de Atributos de Impressão para a Guia de Transporte

Instalação → Impressões → Determinação Atributos Impressão [IP004]

Fazer a determinação que pretenderem para o PAPLOG6570 – Guia de Transporte.

Detalhes de Cópias para a Guia de Transporte

Instalação → Impressões → Detalhe Cópias de Impressão [IG012]

Fazer a definição das cópias necessárias para o PAPLOG6570 – Guia de Transporte.

Criação de Novos Numeradores

Aplicação → Elementos Básicos → Outros Dados → Numeradores → Numeradores [AG015]

Fazer a criação de novos numeradores e/ou intervalos de numeração para:

  • a. Guias de Transporte
  • b. Voltas
  • c. Contracto de Transporte

Definição do Tipo de Documento para Contracto de Transporte

Aplicação Gestão Stocks → → Parametrização → Tipos de Documentos [AL013]

É necessário criar um novo tipo de documento da classe Contratos, que será utilizado para criar os contractos de transporte.

Definição de Causal de Emissão

Aplicação → Gestão Stocks → Parametrização → Causais de Emissão [AL015]

É necessário criar um novo causal de emissão e atribui-lo ao tipo de contracto criado anteriormente.


Determinação do Tipo de Documento de Contracto de Transporte

Aplicação → Gestão Stocks → Determinações → Determ.Valores Defeito Documentos [AL0232]

Determinar o tipo de documento criado anteriormente para a classe de documentos Contracto. Para a classe de contractos só estão disponíveis os parâmetros Classe, Armazém (armazém de carga) e Terceiro (Broker Logístico que está nas reservas de expedição)

Determinação do Numerador para Contracto de Transporte

Aplicação → Gestão Stocks → Determinações → Numeração Documentos Externos [AL022]

Determinar o numerador e intervalo de numeração pretendido para o tipo de documento criado para os contractos.

Determinação do Numerador para Voltas

Aplicação → Gestão de Armazéns → Parametrização → Reservas de Cais → Numeração Voltas [AL271]

Determinar o numerador e intervalo de numeração pretendido.

Determinação do Numerador para Guias de Transporte

Aplicação → Gestão de Armazéns → Parametrização → Reservas de Cais → Numeração Guias Transporte [AL276]

Determinar o numerador e intervalo de numeração pretendido. No caso de trabalharem com mais do que um transportador deverá ser necessário determinar intervalos de numeração diferentes para cada empresa transportadora.

Definição de Novos Tipos de Unidades de Trabalho

Aplicação → Gestão de Armazéns → Parametrização → Acções e → Unidades de Trabalho → Tipos de Unidades de trabalho [AL117]

Criação de dois novos tipos de unidades de trabalho (Descarga e Consolidação), utilizando a classe de unidades de trabalho Carga. Evidentemente que supomos que a unidade de trabalho carga já está definida. A carga para transbordo é feita com o tipo de unidade de trabalho de carga.

Configurar o Comportamento dos Novos Tipos de Unidades de Trabalho

Aplicação → Gestão de Armazéns → Parametrização → Acções e Unidades de Trabalho → Gestão de Unidades de Trabalho [AL118]

Como já do conhecimento geral, nas unidades de trabalho referidas anteriormente será necessário definir para cada armazém, a informação apresentada nas imagens seguintes:

No exemplo acima o sistema irá permitir declarar 5 etiquetas de cada vez.
E ainda…

Com o desenvolvimento do módulo de Equipamentos, necessitámos de introduzir algumas alterações na forma como configurar as unidades de trabalho da carga (em particular o tipo de carga de trata este manual, que é a carga tipo 1), sendo agora necessário que nas acções físicas se proceda à definição da acção 1800 no elemento Declarar Cais e Matrícula e 1820 no elemento das acções técnicas.

Esta componente de configuração é identica para os tipos de unidades de trabalho das classes Carga, Descarga e Consolidação.

Caso de se pretenda que durante o processo de carga possam ser lidas etiquetas 128 UCC para identificar a etiqueta aplicada ao contentor de expedição, é necessário configurar a acção 2070- Carga RF: Declarar Etiqueta 128 UCC a Expedir, nas acções técnicas como mostra a imagem seguinte:

No caso de se pretende trabalhar com equipamentos, as unidades de trabalho de carga deverão ser configuradas com as acções 2740 em vez da 1800, como mostra a imagem abaixo.

Determinação dos Novos Tipos de Unidades de Trabalho

Aplicação → Gestão de Armazéns → Definições Operacionais → Determinações → Determinação Tipo Unidade Trabalho [AL092]

Assumindo que já está a determinação para a unidade de trabalho de carga falta agora fazer para cada armazém, a determinação dos dois novos tipos de unidade de trabalho, para os tipos de documentos internos 62 – Descarga RF e 63 – Consolidação de carga.