Elementos da base de dados

Por cada elemento é definido:

  • o código;
  • o tipo de elemento; que pode ser, por exemplo: um texto, um número, uma quantidade; tem influência na criação do campo na base de dados;
  • o comprimento; define a dimensão máxima na base de dados;
  • o número de decimais; quando é uma quantidade ou um campo numérico, é possível definir as posições decimais;
  • o tipo de coluna; influência o modo de visualização do campo nos ecrãs do EVE e nos mapas;
  • o tipo de lista; esta informação é utilizada para decidir o que apresentar, quando é precisa uma lista de valores;
  • lista longa sim ou não; influência o modo de apresentar a lista ao utilizador;
  • elemento de ajuda; quando o sistema tem que apresentar a ajuda do primeiro nível de um outro campo; útil quando, de facto, trata-se de uma instâncias do outro campo, criada por razões técnicas;
  • elemento referência; existem casos de campos que, de facto, são instâncias da mesma informação mas que é conveniente ter um nome diferente: por exemplo o “Prenota interlocutor” é uma instância do “Interlocutore” na tabela das reservas;
  • elemento parametrizável; para quando a dimensão máxima prevista na base de dados ultrapassa as necessidades: por exemplo o campo “articolo” no EVE permite um tamanho de 20, mas numa instalação o máximo pretendido poderia ser 10.

Sendo o EVE um sistema multi-línguas é preciso definir, por cada código, língua e tipo de utilização uma descrição.

Nos elementos, é obrigatório preencher sempre, os seguintes tipos de descrição:

  • ajuda de primeiro nível; apresentada quando o utilizador pede mais detalhe sobre a informação que está a ver;
  • descrição normal; apresentada por defeito;
  • descrição breve; utilizada como descrição das colunas nos ecrãs.

Comunicação dos Elementos das Faturas Emitidas por WebService

Objectivos e Âmbito:

Com a entrada em vigor do Decreto-Lei 198/2012 de 24 de Agosto, todas as entidades que emitam documentos valorizados a partir do Wpms são obrigadas a comunicar à Autoridade Tributária e Aduaneira(AT), por transmissão eletrónica de dados, os elementos dos documentos emitidos nos termos do Código de IVA.

O presente manual detalha os processos de parametrização em WPMS e procedimentos ao nível dos sistemas operativo dos servidores aplicacionais, para uma das vias postas à disposição dos contribuintes – a transmissão eletrónica, em tempo real, via web service. Pressupõe que o técnico responsável pela parametrização é alguém devidamente familiarizado com o WPMS e com administração de sistemas operativos.

Criação do utilizador responsável pela invocação do web service

A comunicação dos elementos da fatura via web service é efetuada por utilizadores devidamente qualificados para esse efeito. A respetiva habilitação é efetuada no Portal das Finanças e consiste na criação de um subutilizador de perfíl WFA-Comunicação de dados de faturas do NIF da entidade emitente do documento valorizado a comunicar.

Dado que a invocação do web service é efetuada com recurso às credenciais de autênticação no Portal da Finanças dos subutilizadores WFA anteriormente descritos é necessário guardar em Wpms essa informação. A forma adequada de o fazer consiste na criação de um utilizador especifico por cada entidade emitente e consumidora do serviço de comunicação de faturas existente na instalação do Wpms.

No sentido de concretizar o que anteriormente foi dito admita-se, por hipótese, a existência, numa instalação do WPMS, da entidade “XPTO, SA”, com NIF “100100100” e com subutilizador WFA “777” devidamente criado no Portal da Finanças. Para que o Wpms possa evocar o subutilizador “777” na respetiva invocação do web service será necessário criar em Wpms, o utilizador “100100100777”, o qual deverá ter a mesma password que subutilizador WFA da entidade “XPTO, SA” no Portal da Finanças.

Fica claro que a regra da construção em Wpms do utilizador que invoca o webservice resume-se à concatenação do NIF da entidade com o respetivo código do utilizador WFA parametrizado no Portal da Finanças. Em termos teóricos assim é, mas na prática a volta é necessário mascarar as credenciais de autenticação no Portal das Finanças.

Os écrans seguintes exemplificam a correta criação do utilizador “web service”.

O primeiro passo consistem em criar para a entidade um contacto do tipo “Comunicação Faturas”. Esta trigger permite que os processos batch ou interativos de interface do Wpms saibam que a entidade “XPTO, S.A” é uma emitente de faturas, permite também ligar o subutilizador WFA do NIF da entidade “XPTO, SA” ao código WPMS da mesma entidade organizacional.

Global → Aplicação → Elementos Básicos → Unidades → Organizacionais → Empresas [AG001]

Ao acesso ao écran dos “Contactos” é efetuado no menu “Opções” → “Contactos”, a partir do qual será possível criar, o novo tipo de contacto “Comunicação Faturas”. O valor da sequência deve coincidir com o código do subutilizador WFA no Portal das Finanças.

Por confirmação do écran, cria-se o tipo de contacto “Comunicação Faturas”. O resultado é o seguinte:

Se o primeiro passo consistiu em ligar em Wpms a empresa “XPTO, SA” ao subutilizador WFA do respetivo NIF, o segunda passo, que a seguir se exemplifica, consiste em criar o id do utilizador que invocará o web service.

Global → Instalação → Segurança → Utilizadores [IS001]

A criação do utilizador é feita no écran principal desta transaçã. O acesso ao écran de criação de utilizadores é efetuado no menu “Lista” → “Criar”. Recordamos que o id do nosso utilizador deverá ser o código “100100100777”. Não é necessário indicar nada para além do código sui generis deste utilizador e de uma descrição sucinta condizente com o o fim deste utilizador.

Por confirmação do écran é criado o utilizador.

Fica apenas faltar definir a password especifica para este utilizador, a qual deve ser igual ao do subutilizador WFA no Portal da Finanças. O acesso à criação da password é efetuado em “Opções” “→ Modificar Password”.

Confirmado o écran, o utilizador “100100100777” fica apto a ser utilizado para invocação do web service pelos os processos batch ou interativos de interface do Wpms aquando emissão dos documentos valorizados.

Parametrização do Sistema Externo “AT- Comunicação de Faturas”

Do ponto de vista de interface, os dados do documento comercial emitido são enviados por mensagens do tipo “DOC”. Por isso, o sistema externo a criar exclusivamente para efeito da comunicação da fatura por web service de conter a mensagem tipo “DOC” na respetiva definição. Exemplifica-se a criação de um sistema esterno para evocação do script de interface de invocação do web service de comunicação de faturas.

Global → Instalação → Interface → Sistemas Externos [IG004]

O path indicado serve apenas para indicar a localização do script de saida, no qual evoca-se o web service. O script de saída é da responsabilidade técnica da IsRetail e só deve utilizado quando as mensagens do “DOC” possuem dados de documentos comercial . De seguida deve-se definir, para a mensagem do tipo “DOC”, o endpoint e o serviço invocado na comunicação das faturas. Para esse efeito, deve-se aceder écran “Informações Adicionais” acedível a partir do menu “Opções”.

O valor da ação remota deve ter sempre o valor “RegisterInvoice”. No que toca ao endereço do sistema remoto este pode ter um dos dois seguintes valores:

  1. Ambiente Produção: https://servicos.portaldasfinancas.gov.pt:400/fews/faturas
  2. Ambiente Qualidade: https://servicos.portaldasfinancas.gov.pt:700/fews/faturas

Os endpoints enumerados são os válidos á data. Para evitar constragimentos posteriores diz o bom senso que se deve proceder à respetiva confirmação.

Notas finais

Este manual deve ser complementado com a leitura de toda a documentação disponibilizada no Portal das Finanças sobre esta temática.

Caso após a leitura deste manual ainda subsistam dúvidas contacte o serviço técnico da IsRetail via tel: 211509901 ou por e-mail: tech@isretail.eu

Equipamentos

Objectivos e Âmbito

Desenvolvemos o conceito genérico de Equipamento no WPMS, podendo ser definido como qualquer elemento que tenha uma existência física, que seja passível de ser identificado com um identificador, seja ele um código de barras ou de outro tipo, e sobre o qual se tenha como objetivo registar um conjunto de operações ou registar movimentos circulares desse elemento/objecto ao longo da cadeia de abastecimento.

O registo das operações ou movimentos dos equipamento poderá ser feita no WPMS de modo manual, ou através da incorporação dos registos em etapas chaves dos processos geridos pela aplicação.

Esta será uma primeira versão deste módulo, onde disponibilizamos o registo automático das movimentações de duas classes específicas de equipamentos; os veículos e os contentores identificados de forma única e que se movimentam em circuito fechado entre os pontos de entrega e os armazéns.

Outros exemplos de equipamentos passíveis de serem tratados por este módulo, no meio de actuação do WPMS, poderão ser os diferentes tipo de veículos usados para movimentar as paletes dentro de um armazém, os PDTs, as máquinas de lavar o chão, etc. Actualmente para estes tipos de equipamentos só se encontra disponível o registo manual e não integrado na execução dos processos.

Tipos de Equipamentos

Aplicação -> Gestão de Armazéns -> Gestão Equipamentos-> Parametrização -> Tipos de Equipamentos [AL310]

Conceito transversal do WPMS, que consite em concretizar na instalação do cliente uma primeira classificação de equipamentos (neste caso concrecto) ligada à respectiva classe que é o elemento de ligação com a componente técnica da aplicação. Este tipo de classificação é completamente livre, devendo o cliente aplicar a terminologia usada pela organização, para agrupar tipos de equipamentos dentro da mesma classe, de modo a possibilitar a obtenção rápida de consultas de conjuntos de equipamentos que partilhem uma determinada caracteristica relevante para o negócio do cliente.

Como se pode ver pela imagem abaixo apresentada, nesta primeira versão, existem três classes disponíveis de equipamentos; Contentores, Veículos e Material Informático.

A título de exemplo, para as duas classes geridas de modo automático durante a execução dos processos, recomendamos a criação de um tipo de equipamento para contentores de frio e para o caso dos veículos poderão definir um tipo de equipamento único para veículos ou em alternativa um tipo de equipamento por tipo de capacidade dos veículos.

Definição Eventos Equipamentos

Aplicação -> Gestão de Armazéns -> Gestão Equipamentos-> Parametrização -> Definição Eventos Equipamentos [AL311]

Um outro elemento importante para este módulo é a definição dos eventos que poderão ser registados para cada equipamento em concrecto.

O conceito de evento que aplicámos aqui, é a adaptação de um conceito mais habitual na área técnica das aplicações, à componente mais operacional da gestão de um objecto. Por evento nós entemos qualquer tipo de registo ou de movimentação que possa ser feita sobre um determinado equipamento.

Na definição do evento para além da possibilidade que o configurador tem de adaptar a nomenclatura que considerar mais adequada à realidade que está a mapear, também define se o código do evento em causa determina a sua disponibilidade ou não. Se o evento deve terminar a disponibilidade do equipamento, então deve activar o indicador de disponibilidade. Se o evento determina a indisponibilidade do equipamento então deve deixar o indicador de disponibilidade em branco.

Como pode aferir pela imagem abaixo, a definição de cada código e descrição do evento é feita de forma associada à classe do evento, existindo nesta versão três classes disponíveis: Recepção, Expedição e Movimentos Diversos. A classe do evento vai determinar em que parte dos processos da aplicação o evento poderá ser utilizado, de modo a ser integrado na execução do processo.

A definição de evento de defeito é importante para indicar para cada classe de evento, qual é o evento que deve ser usado na execução das etapas dos processos, quando o utilizador não tem hipótese de indicar o evento que pretende registar (registo automático). Um dos exemplos será a expedição ou carga.

Nos exemplos que estamos a seguir, para a classe de contentores será necessário criar dois eventos, a expedição que indisponibiliza o equipamento (e que será o evento de defeito) e a recepção/devolução dos contentores vazios ao armazém que torna os equipamentos de novo disponíveis.

No caso dos veículos eles não necessitam de eventos, pois a localização física dos mesmos e a sua disponibilidade já é controlada por outros módulos da aplicação podendo esta parte não ser activada neste módulo.

Elementos para Eventos Equipamentos

Aplicação -> Gestão de Armazéns -> Gestão Equipamentos-> Parametrização -> Elementos para
Eventos Equipamentos [AL312]

Se considerámos que os eventos seriam os colectores de dados, os registos efectuados a cada equipamento, os elementos dos equipamentos, são precisamente a informação que deverá ser recolhida de cada vez que se efectua um registo/evento ao equipamento.

Assim o que se pretende é que o configurador caracterize o tipo de informação a recolher quando se executa cada um dos eventos definidos para classe de equipamento.

Para Criar um Elemento, seleccionar o botão de Criar

.

Elementos dos Eventos Equipamentos

Aplicação -> Gestão de Armazéns -> Gestão Equipamentos-> Parametrização -> Definição Eventos Equipamentos [AL311] (Detalhes dos Eventos)

Após a definição dos elementos que poderão fazer parte dos eventos será necessário definir que elementos irão fazer parte de cada evento. É desta forma que faremos a definição de quais elementos de informação deverão recolhidos em cada evento e se essa recolha estará sujeita a algum tipo de validação ou regras ou se apenas se trata de uma recolha livre de informação.

No ecrã dos eventos, e após selecionar um evento deverá seleccionar a opção de menu que lhe permite associar elementos ao evento seleccionado.

Ao seleccionar a opção de criar uma associação, o sistema apresenta-lhe um ecrã identico ao apresentado na imagem anterior, onde poderá definir qual o elemento, que criou anteriormente, vai associar ao evento seleccionado. Ao fazer a associação poderá indicar se a declaração de valores para esse elemento é obrigatória e se o sistema deverá fazer algum tipo de validação sobre os valores introduzidos pelo utilizador. Em caso de pretender uma validação deverá definir o valor mínimo e máximo permito. Poderá ainda definir o valor de defeito, que será o valor que será apresentado automaticamente ao utilizador como sugestão de preenchimento.

Para cada evento pode adicionar os elementos que pretender, desde que os tenha definido anteriormente.

Uma possibilidade de configuração será definir que no momento da expedição o sistema questione o operador qual a temperatura do contentor, sendo que essa temperatura deverá estar entre os -50 e os -10, tendo como valor default os -25.

Nesta primeira versão do módulo, a recolha de dados nos elementos dos eventos só estará disponível no registo manual de eventos, não sendo despoletada nos decorrer da execução dos processos em RF ou em PC.

Esta definição é facultativa.

Equipamentos

Aplicação -> Gestão de Armazéns -> Gestão Equipamentos-> Equipamentos [AL309]

Terminada a definição dos elementos base de configuração passa-se para a definição os diferentes equipamentos que devem ser geridos pelo WPMS.

No caso mais concreto que estamos a acompanhar será necessário definir os diferentes códigos dos equipamentos para a classe de contentores e de veículos.

Para cada código de equipamento criado deve ser dada uma descrição, a classificação nos tipos de equipamentos definidos na parametrização, a data a partir da qual o equipamento poderá começar a ser utilizado e o indicador se o equipamento se encontra disponível ou não. Este indicador de disponíbilidade numa primeira fase marca a disponibilidade do equipamento, mas depois de se iniciarem os registos no equipamento, o indicador passa a ser gerido pelos eventos, que lhe forem registados.

Adicionalmente para cada equipamento deverá definido pelo menos um identificador, que o mais natural é ser um código de barras. No caso de serem definidos vários códigos de barras como identificadores, isso significa que qualquer um dos identificadores poderão ser usados para identificar o equipamento ao qual está ligado.

Neste ponto devem ser definidos todos os contentores de frio que estiverem ao serviço da logística assim como qualquer matricula de veículo ou galera que possa ser usada no processo de carga e registo de portaria.

Eventos Equipamentos

A partir da consulta referida no ponto anterior, onde também se define os diversos códigos de equipamentos, também se pode fazer a consulta dos diversos eventos que automaticamente são criados pelas etapas dos processos que têm ligações com o registo de eventos dos equipamentos. Na mesma opção de menu também se pode efectuar o registo manual de eventos sobre um determinado equipamento.

Ao seleccionar um equipamento e escolher a opção de Eventos Equipamento, o sistema apresenta todos os registos já efecetuados sobre o equipamento seleccionado.

Para além da lista de eventos já registados é possível fazer o registo manual de qualquer evento que esteja previsto para a classe de eventos em causa.

Definir Contentores como Equipamentos

Aplicação -> Dados Mestre -> Gestão de Armazéns -> Contentores-> Definições Contentores [AD012]

Agora que definimos os diferentes códigos de equipamentos que devem ser geridos pelo WPMS, é necessário fazer a ligação entre o módulo dos equipamentos e os elementos do WPMS que são usados durante a execução dos processos, para que a criação dos eventos nos equipamentos seja automatizada.

Para fazer essa ligação para as duas grandes classes de equipamentos que estão disponíveis neste versão, os Contentores e os Veículos, o nível de associação é diferente para cada uma destas classes.

Para a classe de Contentores a ligação terá que ser feita ao nível dos códigos de contentor que estiverem definidos na aplicação e que se pretender que sejam geridos também num conceito de equipamento. Por outras palavras para os contentores que tiverem uma identificação unica e que se movimentarem num circuito fechado entre o armazém e os pontos de entrega.

Equipamentos

Na lista de contentores seleccionar o pretendido e escolher a opção de modificar.

Aí vai encontrar um ecrã identico ao mostrado no ecrã anterior, onde existe agora mais um campo que é o tipo de equipamento, devendo escolher qual é o tipo de equipamento adequado a esse contentor.

Com esta definição, o sistema sempre que durante a execução de mercadoria, tiver que solicitar ao utilizador uma etiqueta anónima para identificar a palete, e o respectivo contentor for um código onde fez a ligação com o tipo de equipamento, vai verificar se a etiqueta declarada é um identificador ligado a algum código de equipamento do tipo definido. Adicionalmente verifica também se o estado desse equipamento é disponível. Caso o equipamento esteja disponível, o sistema aceita como etiqueta de expedição/execução qualquer um dos identificadores do equipamento.

Este mecanismo de reconhecimento é automático, não sendo necessário fazer qualquer alteração à parametrização das acções físicas das unidades de trabalho de execução.

MUITO IMPORTANTE!!!!!

Para gerir equipamentos ligados a contentores é necessário que o código de artigo AT ligado ao contentor, no ecrã de modificação dos dados do contentor, seja único para cada código de contentor. Por outras palavras, cada código artigo AT só pode estar associado a um código de contentor. Esta exigência não existia até ao desenvolvimento do módulo de equipamentos para contentores de execução e é fundamental para possibilitar o registo automático dos movimentos de stock de AT associado ao equipamento, via contentor, no processo de registo de recepção de equipamentos no armazém, provvenientes provavelmente dos pontos de entrega.

Definir Veículos como Equipamentos

Aplicação -> Gestão de Armazéns -> Definições Operacionais -> Planeamento de Rotas -> Veículos Transporte [AL270]

Na ligação entre a gestão de equipamentos e os veículos a lógica a usar é ligeiramente diferente, pois para cada código de veículo estabelecesse a associação directa entre a codificação interna do veículo e a codificação interna do equipamento que representa esse veículo.

O objectivo deste associação é essencialmente o de se poder usar os vários identificadores associados ao equipamento para servirem de elementos de identificação do veículo, quer no processo de registo de chegada dos carros vazios à portaria, quer no processo de carga e no processo de registo de galeras e tractores no registo de saída das viaturas na portaria.

Recepção de Equipamento

A recepção de equipamento (ou se preferirmos o registo dos equipamentos entregues nos armazém provenientes dos locais de entrega) faz mais sentido para a classe de equipamentos de contentores. Para esta classe de equipamento supõe-se que os equipamentos ligados aos contentores de expedição são transportados cheios de mercadoria para os locais de entrega e depois retornam ao armazém eventualmente vazios, para que possam ser de novo reutilizados em mais um processo de execução e de carga.

No caso concreto dos contentores de frio que temos vindo a seguir, o processo de expedição ou carga faz com que o equipamento fique indisponível e o processo de registo do retorno do equipamento ao armazém faz com que o equipamento fique de novo disponível para ser reutilizado.

Para se fazer o registo de recepção do equipamento é necessário usar a rádio frequência, nomeadamente o menu dedicado às Devoluções (MNVAPRFS06 – Menu RF Devoluções) que deve ser atribuído ao utilizador RF ligado ao código do operador de rádio frequência.

Como apresentado na imagem anterior seleccionar a opção de Recepção Equipamentos.

No ecrã seguinte é pedido ao operador de RF que seleccione a definição de movimento diverso que pretende usar para fazer o registo dos equipamentos que vai receber. Esta selecção é necessária porque permitimos que o cliente possa fazer diferentes tipos de definições de movimentos diversos para mapear tratamentos diferenciados que pretende dar a diversos tipos ou classes de equipamentos.

Por fim é pedido ao operador de RF que leia um dos vários identificadores que foram atribuidos ao código de equipamento em causa. Com este registo será criado mais um evento que fica associado ao código de equipamento indentificado, e caso esteja configurado o equipamento ficará disponível (ou indiponível, de acordo com a configuração).

Parametrização Extra Não Específica

Para além da parametrização específica do módulo de equipamentos descrita entre os pontos 1 e 4, existem outras parametrizações necessárias para que o módulo funcione, nomeadamente na componente de configuraçãso das unidades de trabalho de registos de portaria, carga e a nova unidade de trabalho de Recepção de Equipamentos.

Aplicação -> Gestão de Armazéns -> Definições Operacionais -> Parametrização -> Acções e Unidades de Trabalho -> Gestão de Unidades de Trabalho [AL118]

Nos diversos tipos de unidades de trabalho possíveis para a carga, será necessário alterar a acção física 1800 pela 2740 – Carga RF: Declarar Cais e Matricula c/ Equipamento ou 1290 pela 2720 – Declarar Matricula c/ Equipamento e a 2650 pela 2770 – Carga: Validar Matrícula c/Equipamento, dependendo do tipo de carga que estiver activado na instalação.

No tipo de unidade de trabalho de registo de chegada á portaria será necessário substituir a acção física 2690 pela acção física 2710 – Carga: Criar registo de chegada de transportadores p/ Equipamento.

Relativamente à parametrização de tipos de unidades de trabalho será necessário criar um novo tipo de unidade de trabalho para a nova classe de unidades de trabalho 33-Recepção de Equipamentos RF. Uma vez que se trata de uma parametrização habitual no WPMS não será descrito em detalhe neste manual.

Depois será necessário fazer a determinação do novo tipo de unidade de trabalho para o documento interno 69 – Recepção de Equipamentos.

Em termos de acções físicas, a definição do novo tipo de unidade de trabalho deve conter as únicas duas acções físicas disponibilizadas para esta primeira versão deste módulo que são as 2750 – Escolher Definição Movimento p/ Recepção Equipamentos e a 2760 – Identificar Equipamento.

Ainda para completar a configuração da Recepção de Equipamentos será necessário fazer a definição de um novo movimento diverso, que suporte os eventuais movimentos de stock que se pretender obter para o AT associado ao contentor de expedição ligado ao equipamento que se estiver a dar entrada no armazém.

Aplicação -> Gestão de Stocks -> Parametrização -> Definição dos Movimentos Diversos [AL008]

Uma vez que se trata de uma definição de configuração standard não vamos fazer uma abordagem detalhada.

A sugestão que fazemos é que criem uma cópia (caso exista) da definição de movimentos diversos que suporta de devolução de ATs dos pontos de entrega (e que define como devem ser feitos os registos de movimentos para o código de AT associado directamente o código de contentor ligado ao tipo de equipamento, que estiver ligado ao código de equipamento identificado na Recepção de Equipamentos em RF. Depois de fazer a cópia é muito importante alterar o tipo de documento interno para Recepção Equipamentos.

O que esta definição de movimento diverso vai permitir é que o registo de movimento de mercadoria associado ao AT principal do equipamento (via contentor) seja feito automaticamente (sendo movimentada 1 unidade por cada identificador declarado na recepção de equipamentos) com a recepção de equipamentos, evitando que se tenha que fazer pela via da aceitação ou registo de devoluções de ATs. É esse o grande objectivo de fazer esta definição.

Evidentemente que após a definição de um novo código de definição de movimentos diversos ainda será necessário fazer a respectiva definição de movimento de mercadoria de acordo com o que for pretendido, para que o sistema crie os respectivos registos de stock de ATs.