Versatilidade

O WPMS é dotado de uma elevadíssima flexibilidade ao nível da configuração e da parametrização das suas diversas componentes, quer na sua componente fixa, quer na sua componente móvel, de modo a suportar sem entraves os processos definidos.

Ao desenvolver os diversos conceitos que compõem a aplicação, houve uma preocupação permanente de manter um elevado grau de liberdade relativamente à forma como cada fluxo de mercadoria e de informação pode ser definido numa operação logística. Por esta via respondemos à necessidade de tratar cada grupo de produtos, de uma forma particular, de modo a prestar o melhor serviço ao cliente ao mais baixo preço.

Em termos de adaptabilidade estendemos este conceito para além do que é habitual encontrar neste tipo de softwares, aplicando-o em áreas mais centrais da aplicação como é o caso da definição do layout do armazém, da definição da estrutura de movimentos, da divisão entre os diversos tipos de stocks, das mensagens trocadas com os terminais de rádio frequência e dos diversos tipos de documentos entre outros. O objetivo é facilitar e permitir a implementação dos processos otimizados, assim como a integração da nossa aplicação na arquitetura global dos nossos clientes.

O WPMS é uma demonstração prática de como é possível combinar a flexibilidade com a resistência. É incrivelmente flexível na área de configuração e parametrização, mas durante a execução dos processos, constitui uma garantia de que os utilizadores executarão as suas tarefas da forma como foram desenhadas, sem grandes desvios. Estes desvios conduzem inevitavelmente a perdas de performance global e ao descontrolo generalizado da operação logística.

A grande flexibilidade do WPMS permite desenvolver, num trabalho conjunto com a equipa do cliente, soluções muito variadas, à medida das necessidades específicas de cada grupo de mercadorias. Esta adaptabilidade é conseguida sem recorrer a programação extra (específica do cliente) e portanto sem penalizar os custos do projeto de implementação.

O WPMS comporta na sua estrutura interna a espinha dorsal, a estrutura base dos processos, deixando aos clientes a concretização de cada etapa dos processos, de modo a os poder modelar à sua forma de trabalhar e de estar no mercado.