WMS: É fundamental para a execução de mercadoria

Visitem 3 centros de distribuição diferentes e provavelmente vão encontrar 3 processos de execução perfeitamente distintos. Se analisarem com atenção vão perceber que as melhores operações têm um elemento em comum: um sistema de gestão de armazéns que direcciona e orienta a operação de execução.

“Sempre que existirem pessoas a executar encomendas para paletes, skates ou caixas, as melhores práticas sobre a execução começam certamente com um sistema de gestão de armazéns (SGA)”, diz Don Derewecki, vice-presidente executivo do Gross & Associates.Um SGA é a pedra base sobre a qual se constrói qualquer processo de execução de encomendas eficiente.

Já passou o tempo onde uma plataforma logística podia operar de forma eficiente sem um SGA. Mas isso era quando as operações giravam essencialmente em torno de pedidos de paletes cheias e de camiões completos. Essa forma de trabalhar já não funciona num ambiente onde o número de SKUs (stock keeping units) é cada vez maior e as entregas são cada vez mais frequente e de menores quantidades, acrescidas de um elevado grau de impresibilidade.

“Mesmo em operações com um número de SKUs reduzido e onde todos sabem onde todos os produtos estão armazenados, um caixeiro experiente não consegue reagir a situações imprevistas tão depressa quanto um computador pode”, diz Derewecki. “A maior parte das empresas tem que lidar com milhares de SKUs, onde todas elas têm que ser controladas.”

No entanto, não são só os sistemas convensionais que beneficiam com um SGA no coração do processo de execução de encomendas. “Um SGA também optimiza a execução em instalações altamente automatizadas, como um sistema A-frame”, diz Derewecki. ” O SGA prioritiza as encomendas e envia-as para o sistema automático de execução mais adequado.”

Nos dias de hoje, deve-se procurar um SGA que possa suportar os requisitos de negócio actuais mas que também possa configurar os requisitos futuros. Essa flexibilidade, permite suportar novos requisitos de serviço ao cliente assim como, integrar maiores níveis de tecnologia à medida que o tempo vai passando.

Ainda assim, acrescenta Derewecki, um SGA sozinho não melhora o processo de execução. “Da mesma maneira que não se pode atirar dinheiro para resolver um problema, também não se pode atirar tecnologia a um problema e resolve-lo”, diz ele. “É fundamental manter uma disciplina e controlo operacional por forma a tirar vantagem de um sistema de gestão de armazém (SGA)”.

Este texto é uma interpretação livre de um artigo publicado a 26 de Abril de 2006 na “Modern Materials Handling”, por Bob Trebilcock.

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