A Staples Office Centre revitaliza a sua estrutura Logística com o WPMS

Multinacional com presença em 16 países Europeus, China, Canada, Estados Unidos da América, Brasil e Argentina, encontra-se em Portugal desde 1996, ano em que abriu a sua primeira loja especializada em papelaria, mobiliário, material de escritório e informática.

Com um parque actual de 23 lojas, a Staples procedeu à reestruturação da sua cadeia de abastecimento, de modo a aumentar o nível de serviço a clientes, promover ganhos de eficiência ao longo de toda a cadeia, aumentar a flexibilidade e a capacidade de resposta da logística aos constantes desafios colocados por um mercado, cada vez mais exigente.

No início de Maio entrou em funcionamento o novo centro de distribuição nacional, situado na Azambuja, onde o WPMS da Isretail é o software de gestão de armazém responsável por toda a movimentação de mercadoria e atribuição automática das tarefas aos operadores, com recurso à tecnologia de rádio frequência.
Para a Staples a implementação de um sistema de gestão de armazéns como o WPMS é uma peça fundamental, para aumentar a performance global da cadeia de abastecimento, nomeadamente retirar os melhores resultados possíveis de economias de escala, colocar o nível de serviço ao cliente num patamar superior e introduzir rigor e controlo sobre todo o circuito logístico.

Um estudo da Supply Chain Consortium revela uma alteração de tendências nos centros de Distribuição

Tanto os fabricantes como os retalhistas de à uns tempos atrás teriam dificuldade em perceber a complexidade e a fluidez próprios dos actuais centros de distribuição. Apesar de ainda manterem as funções básicas de receber, arrumar, executar e expedir encomendas de clientes, os centros de distribuição têm evoluído, acompanhando as exigências dos mercados. Os mais bem sucedidos procuram adaptar-se continuamente às mudanças do mercado e mantêm programas de melhoria de processos, focalizando-se num conjunto de “best practices”.

A Supply Chain Consortium é uma associação com mais de 100 empresas norte americanas, entre retalhistas e fornecedores do retalho, que levou a cabo recentemente um estudo entre os seus associados, com o objectivo de identificar “benchmarking” e “best practices”, ou seja valores e metodologias de referencia. Deste estudo saíram alguns dados interessantes relativamente ao tipo de operações e configurações dos centros de distribuição.

Segundo um dos autores do relatório do referido estudo, todos os centros de distribuição deveriam ter um programa de “best practices”. Segundo ele é o caminho a seguir para reduzir os níveis de erros, de pessoal e os cilos temporáis e simultaneamente aumentar o grau de exactidão e o serviço prestado. Um programa de “best practices”, se implementado de forma correcta nunca termina, pois há sempre espaço para introduzir melhorias nos processos.

Seguem-se algumas das conclusões do estudo:

– 63% de todos os produtos que têm stock, são ainda armazenados em área de chão (paletes empilhadas) e em estruturas convencionais de racks de uma palete de profundidade.
– 43% de todas as operações de retalho avançaram para a automação, enquanto apenas 14% permanecem essencialmente manuais.
– verificou-se um aumento de 28% nas importações nos últimos 3 anos.
– 46% da colocação de etiquetas em fluxos de cross docking é feita pelos fornecedores.
– um sistema de gestão de armazém é responsável pela gestão dos locais de armazenamento das paletes em cerca de 60% de todas as operações.
– 55% da encomendas aos fornecedores são planeadas com base em ASN (Advenced Shipping Notices).
– 17% de todo o espaço utilizado é agora dedicado a operações de valor acrescentado.
– 60% de todas as operações têm uma máquina de separação automática para suportar operações de execução ou de expedição.

Em jeito de conclusão, deste estudo resulta que as exigências dos clientes, os saltos tecnológicos, o sortido de produtos, os custos de transporte e até os estilos de gestão são os motores que condicionam as alterações que se registam nos centros de distribuição. Fica também reforçada a ideia de que a implementação um programa de melhores práticas, focalizado nos valores de referencia assegurará que as operações dos centros de distribuição terão condições para responder aos desafios que o mercado lhes colocar agora e no futuro.

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